Você sabia que um beijo pode transmitir uma doença infecciosa que, em alguns casos, não apresenta sintomas e, em situações mais graves, causa aumento do fígado e do baço? Pois é, essa é a mononucleose, também conhecida como “doença do beijo”.

Apesar de nem todo mundo conhecê-la, é uma doença muito frequente e afeta principalmente adolescentes e adultos entre 15 e 25 anos. Uma de suas principais maneiras de transmissão é através da saliva – por isso é atrelada ao beijo e, também, afeta pessoas mais jovens, que costumam contraí-la pelo contato íntimo.

Na maioria dos casos, uma pessoa com mononucleose se recupera em poucas semanas, mas o vírus pode permanecer no organismo para sempre.
Quer entender mais sobre essa doença? Continue lendo este texto e saiba quais são os sintomas, tratamentos e maneiras para evitá-la.

O que é a “doença do beijo”?

A mononucleose, ou “doença do beijo”, é uma doença contagiosa causada pelo vírus Epstein-Barr, que, quando entra em contato com o nosso corpo através da orofaringe (parte da garganta que fica logo atrás da boca, onde ficam as amígdalas), afeta os glóbulos brancos, responsáveis pela produção de anticorpos.

Transmissão da mononucleose

Como dito anteriormente, a mononucleose é transmitida pela saliva, ou seja, beijar ou ter contato com a tosse e espirros de uma pessoa com o vírus já pode colocar você em risco. Em casos mais raros, também pode passar por transfusões de sangue.

A transmissão acontece principalmente no período de incubação (tempo entre a exposição ao vírus e a manifestação dos primeiros sintomas), que dura de 30 a 45 dias.

Sintomas da “doença do beijo”

Importante: a maioria dos casos de mononucleose não apresentam sintomas, ou seja, uma pessoa pode ter o vírus e não saber. Porém, quando há sinais da doença, geralmente são sentidos:
– Fadiga
– Mal-estar
– Garganta inflamada
– Amígdalas inflamadas
– Dor na garganta
– Inchaço no pescoço e nas axilas
– Febre
– Dor de cabeça
– Dores musculares
E em casos mais graves:
– Baço inchado
– Inflamação do fígado

Tratamento da mononucleose

Primeiramente, é necessário fazer exames de sangue e testes específicos para observar os anticorpos para ter certeza do diagnóstico.

Depois, o médico poderá receitar medicações para controlar os sintomas, afinal, a mononucleose não tem um tratamento específico, uma vacina e nem cura. Mas não se assuste! Com a situação controlada, o vírus pode não causar mais problemas.

Além disso, é necessário ficar em repouso para o corpo se recuperar e consumir bastante líquido para limpar o organismo.

Como evitar a “doença do beijo”

– Evite contato com pessoas que estejam com mononucleose, principalmente no período de incubação;
– Não se esqueça dos procedimento básicos de higiene, como lavar as mãos e evitar compartilhar itens pessoais, como copos e talheres;
– Ao sentir os sintomas listados, procure um médico. Só ele é capaz de dizer com certeza o que você tem;
– Evite tomar remédios por conta própria, porque isso pode agravar o problema. Por exemplo, amoxicilina e outros derivados de penicilina não são recomendados para pessoas com mononucleose, porque há o risco de desenvolver erupções na pele.

Orientação médica em Mogi das Cruzes

Neste texto, você soube tudo o que precisa sobre mononucleose, mas caso ainda tenha alguma dúvida, converse com nossos médicos. Todo cuidado com a saúde é bem-vindo!
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